Quem são Os Gregory Hines? Que fenômeno de ‘besteirock’ é esse?

É Besteirock!

A palavra Besteirock tem origem no português besteirol, uma quantidade indefinida de besteira, ou, um monte de bobagem, falada ou escrita – e do substantivo (object) em inglês rock – estilo de música popular, que mistura vários outros tipos de músicas sejam elas rock’n roll ou não.

Nos dizeres de Keith Richards, xará do mesmo, besteirock “é uma mistura de humor com ritmos dançantes e de forte apelo comercial”. I know it´s only rock´n roll but I ate it” (tradução: “Eu sei que é apenas rock´n roll mas eu já comi”)

Os principais proponentes do besteirock é a banda Os Gregory Hines. Com uma pitada de pornografia gratuita, os auto-intitulados reis do besteirock mudaram para sempre os conceitos de bom gosto na música popular. Os Gregory Hines mantêm um site na Internet, onde veiculam seu humor, contam uma história fantasiosa sobre a formação da banda e cooptam a simpatia de amigos e desconhecidos.

Os bastidores do besteirock

Conheça as personagens que estão por trás do Besteirock.

Davi Apolakhian Gregory Hines, jornalista, sósia dele mesmo, crooner, faixa preta no Kung-Fu, investidor arruinado, cafajeste e vocal principal. (obs. uma nova versão do Apolakhian foi lançado no mês passado, corrigindo alguns defeitos operacionais, e com mais memória para ele não esquecer as letras das músicas).

Marcelo (Cabelo) Schultz, músico de carteirinha, já trabalhou como carcereiro em presídio feminino. Atualmente é baterista e jogador profissional de palito de eucalipto canadense. O cara mais pálida quando perde. Colecionador de Barbie.

Marion Au Barf (Marião), jornalista, autor do best-seller “Os Deputismos do Deputado Serguei”. É empresário bem-sucedido no ramo de negócios esportivos e vende picolé e amendoim torrado nos estádios de futebol. Já experimentou de tudo (na música), baixista e vocal.

Rubión de la Farsa Guitarra (Rubens), empresário e dono de cartório num remoto vilarejo do sertão paulista. Fez sua pós em filosofia de boteco na mercearia do seu João. Excelente imitador de grandes figuras da pátria brasileira e políticos em geral. É a encarnação do Dick Dale na pele de Santana, guitarra e vocal.

Narco Polo III (Markus), escocês legítimo e nato bebedor de uísque paraguaio, multimidiático, garoto propaganda da Associação Brasileira de Produtores de Cana, guitarrista, vocal. Membro da Sociedade Protetora Amigo dos Ácaros e criador de ruídos indecifráveis.

Pavlos, (codinome, Junior DC), Ex-boleiro e guarda republicana nas noites do Saddam. No ramo de negócios em geral e etc. Ganhou o apelido Pavlos quando foi escalado para tocar balalaika com o Ballet Bolshoi. Tem mestrado em esteira e remo na Academia Ginástica da Bela Vista. Treinador de poodles. Faz a percussão, os sons incidentais, o violão e  vocal.

Cláudia Luz, jornalista, esta menina tem uma garganta generosa em timbres e tons. Nos a conhecemos no motel Watergate quando o Bill ainda tocava o saxofone lá. Mais do que cantora, ela é a alma feminina no nosso palco de machos (ui…) aquela que encarna a odalisca para rodar a baiana, enobrecendo a baixaria.

Colaboradores ilustres:

José Cuervo, MBA, empresário, advogado e consultor jurídico da banda, especialista em legislação offshore . É diretor executivo da Cayman Draiclim International. Aparenta honestidade e lisura, e nunca perdeu uma causa perdida. Produtor emérito do cinema nacional.

Deputado Serguei, foi um espermatozóide checheno rebelde muito espertinho que tornou-se amigo da elite nacional e dos Gregory Hines. É dele a célebre frase, muito atual: “Mostre-me um corrupto, e deixe o resto comigo”

Como nasceu o Gregory Hines? Quem começou o trabalho?

O Gregory Hines nasceu num bairro pobre de Brooklin, Nova Iorque, em 1946.

Já os Gregory Hines nasceram em outros locais e circunstâncias diversas. Foi um mago da comédia o “Betão” que nos deu a partida inicial, lá nas brumas dos anos 90. Fomos uns moleques meio preguiçosos com dotes e talentos diferentes que reunimos para tirar um som que misturava Clash com Caubi Peixoto, Ramones com Roberto Carlos, com letras de autoria impróprias para consumo.

Acho que a primeira encarnação se chamava Bife a Role, prato predileto de 4,000,037 donos de lanchonetes num dia qualquer, mas não durou, pois as sessões acabavam em orgias de pizza, frango assado, tequila, rum e outros etílicos a dispor na prateleira. Foram tantos os abusos com sex e álcool etílico que esquecemos a terceira parte da proposta. Divertimos bastante e acho que até fizemos alguma apresentação.

Numa tentativa de atrair um público mais refinado, os endinheirados em geral, mudamos o nome da banda para os “Lagostas a Thermidor”, mas o boteco onde ensaiavamos só atraía as moscas. Pelo menos uma das músicas dessa leva – a White Lightning – foi abraçada e imortalizada por um músico norte-americano de folk country. Mais tarde ele nos processara por danos morais ao descobrir que a música foi escrita por ele mesmo.

De onde veio o nome?

Não veio à toa. O nosso cantor (crooner), de traços fisionômicos meio-marroquino, meio-vendedor de camelos, é sósia do recém-falecido ator hollywoodiano, entretainer e sapateador Mr Gregory Hines.

Pelos filmes deste último, reconhecemos nele a dupla personalidade do nosso próprio crooner. Ele é uma figura iconográfica meio cafona e vagamente lembrada, que se consagrou no celulóide com roteiros ruins e papéis obscuros – ora policial “durão”, ora dançarino boiola que aparece na TV às vezes, quando ninguém está assistindo. Esse foi um papel no qual o nosso crooner se encaixou perfeitamente, e esse bigode é traiçoeiro. Fala sério.

Onde aconteceu o primeiro show?

O primeiro show ia acontecer em Broadway, Piauí, mas foi transferido para Nova Iorque, Maranhão, por causa de uma nevasca. Disseram depois que foi porque o prefeito que nos convidou foi cassado por improbidade estatística, algo assim. Depois fizemos algumas boates em Miami, Flórida, e foi lá nos Estados Unidos que esbarramos com o verdadeiro Gregory Hines. Sem saber, gentilemente nos levou num Guided Tour de uma fazenda de criação de botas de jacaré.

Outra tentativa de sair da toca foi nossa participação pela televisão no Show de Calouros de Raul Gil. Nossa falta de sorte foi o crediário que levou embora o nosso aparelho por inadimplência nas prestações.

O primeiro show de verdade foi em São Paulo no ano passado. Ainda sobraram uns vestígios comprobatórios de DNA no local.

Houve mudanças entre os integrantes da banda desde o inicio do grupo?

Sim, houve muitas mudanças.

O Júnior DC já foi mulher mas isso é água passada. Quando passa água ainda sente uma dorzinha. Davi já mudou de casa mais vezes que o Bin Laden. Mudou tanto de endereço que nem ele sabe para onde vão seus emails. Recentemente, Apolakhian saiu de Butantã e foi morar numa cobertura luxuosa no Morumbi com 350 m2 úteis, 4 dorms (suites), 5 gars, piscina olímpica, quadra-poliesportiva, home theahter, ofurô, templo budista, salão de beleza, vista panorâmica, 20.000 m2 de bosque virgem nativo e próximo a uma delegacia. Ele ainda tá nos devendo um convite para fazer churrasco lá.

Rubion Farsa mudou para Bauru para conhecer o seu eu no interior e cultivar jingles. O Cabelo está usando um novo xampu de ervas desde janeiro e já trocou de cueca tantas vezes que há fortes indícios de lavagem.

O Marião (Au Barf) mudou para o melhor mas ele ainda não sabe dizer se tá em cima ou em baixo ou como é. Não sabemos se algo mudou com o Narco Polo. Ninguém entende uma palavra que ele fala. Ele trocou as cordas da sua guitarra na semana passada. Recebemos um aviso da vigilância sanitária a respeito. Tomamos umas injeções preventivas para tétano, hepatite e raiva. Para mostrar a nossa boa vontade compramos um canil para ele dormir.

A Cláudia muda de posição com certa regularidade, ora na frente, ora de lado, mas nunca vimos ela atrás; a posição preferida das baquetas e Cabelo. Nunca se sabe.

O nosso empresário Dr. Cuervo, MBA, é a nossa cabeça pensante, pois ainda sonhamos em usar as nossas para alguma coisa. É só perguntar pro (Deputado) Serguei.

Quais são as influências musicias da banda?

Há bastante biodiversidade ética e cultural na banda. Não podemos negar que os companheiros Donald Tromp e Manhattanma Ganhdi tem sido gurus para a nossa causa. As nossas influências são atreladas ao dólar e buscamos preservar o verde na receita e na música.

A música fala por si. A “Plano B”, por exemplo, é sobre um sujeito que a abandona a vida besta que leva e se encontra no seu elemento num paraíso fiscal no Caríbe. Não há som que se compare ao do sino que toca de manhã no Wall Street, ao arroto após um bom trading no Dow Jones, ou a chec-chec-checa das moedas na hora de acertar a conta.

Outras influências incluem as trilhas sonoras de um motel chamado Miami Vaiçe Ph**deaux, uma casa da Luz na beira de uma estrada fronteiriça. Os tons agradáveis de um bom atendimento telefônico, com chamada em espera. Há também as influências climáticas, mercadológicas e das forças ocultas.

Além da sacanagem e sacolejos, e para agradar o Cabelo, o único músico de carteirinho na banda, botamos umas ingredientes tradicionais na mistura: rock, pop, rap, funk,folk e tequila. A receita vai bem com o público. Pelo menos nunca ficamos depois para sentir a ressaca. Tiramos fora o MPB para não dar enjôo.

Existem outras influências no trabalho do grupo?

Ah sim, os the Beatles, sem aqueles quatro do Liverpool, Os Irmãos Chemical Marx Brothers, Chuck Norris, Rita Cadillac, Motorhead e Reginaldo Rossi. Há tantos figurões que dedicamos uma página para eles na rede social. Com a Internet, os tentáculos dos Hines vão se espalhando, proliferando, gerundiando.

Um sujeito da revista Caras sugeriu que nossas influências estavam nos levando a plágio pura. Agradecemos o elogio. Como não disse Le Corbusier, “do nada se cria, tudo se influi”. E deixamo-nos influir por nada mesmo.

Qual é o gênero das músicas?

O genero é Besteirock. É um mistura de sexo e humor com rock genérico que já rendeu prêmios da ONU e do Ministério da Saúde. Como há pouco índio nessa banda, resolvemos trazer o genro do José Cuervo e alguns outros parentes para encher as fileiras. Como não pagaram a passagem, botamos eles para compor umas músicas. Algumas ficaram meio bestas e outras metidas a bestaroque. A bestarock com umas doses de pornografia gratuita e palhaçadas virou Besteirock. O coquetel perfeito para aguentar um domingo à tarde com Faustão.

Porque a escolha por este estilo?

Porque quando éramos pequenos não tínhamos tanta escolha como se tem hoje em dia. Agora, com a abertura do mercado, podemos escolher entre Armani e Luis Vuiton.

Na opinião de vocês, como o público reage com as músicas de vocês?

A reação é imediata – surgem pelotas e pruridos por todo corpo! Já lançamos uma pomada de fabricação própria para distribuir nos shows. Nunca vimos uma reação igual a outra em qualquer um dos nossos shows. Me lembro de uma pessoa que teve uma forte reação ao ar-condicionado durante um espetáculo e foi hospitalizada. Fizemos um show em Angra dos Reis e houve uma reação nuclear sem precedentes. Foi o que disseram quando contamos a bilheteria e vimos o cachê reduzido. Até vimos defunto levantar para sacudir durante a Chavascal.

Deve ser comum para vocês ouvir que as músicas lembram o trabalha dos Mamonas Assassinas. Vocês ouvem isso com frequencia? Qual é a reação de vocês?

Já ouvimos essa comparação mas é precipitada. Primeiro, nos não temos dinheiro para viajar o País de avião, e segundo, foi o nosso crooner Mr Hines que levou o Dinho dos Mamonas pro Carapicuiba no seu Gurgel amarelo, enferrujado. Eles foram lá para ver um terreno e acabaram numa pelada com um cara chamado Cicinho e uns japoneses no Suzuki´s Golf e Bilhar, se é que esse lugar já existiu. Acho que foi aí que nasceu a banda Mamonas. Cá entre nós, tudo mundo sabe que não existe mamona “assassina” nem xuxu, nem beringela. Eram chamados as “Mamonas do Cicinho” por causa dos dotes testículares do boleiro naquele dia. Ou isso foi uma alucinação nossa?

Porque o mercado fonográfico e o público ainda não acharam uma banda para substituir os Mamonas no segmento?

Talvez não estejam procurando no lugar certo. Informamos que o CEP correto é 04539-090, na Vila Olímpia.

Acho que ainda tem um segmento da indústria magoada pela quebra contratual das mamonas após sua última apresentação.  Desde que as mamonas se retiraram do cenário para fazer jingles ecológicos na Serra da Cantareira, se recusaram a lançar mais discos e fazer shows. Estamos falando dos mesmos Mamonas do Cicinho, certo?

Nosso segmento é um mercado de nicho como qualquer outro. E tem nicho por toda parte. É dificil achar alguém hoje em dia que não tem um nicho próprio ou não está ciente do que é. A maioria dos dirigentes na indústria tem um nicho enrustido prestes a estourar. E são justamente estes nichos que queremos explorar. O desafio é achar seu nicho e lucrar com ele. Nosso empresário acha que podemos ficar ricos vendendo os nichos dos outros.

Com a globalização na era da Internet, podemos achar nichos pouco conhecidos em qualquer lugar do mundo pela metade do preço que se negocia por aqui.

Qual é a opinião da banda sobre a euforia que tomou conta do cenário musical tirando do fundo do baú artistas que fizeram algum sucesso na década de 80? Isso pode ser encarado como uma necessidade do mercado em fugir da mesmice?

Embora nossas raízes estejam plantadas numa década perdida, a dos anos 80, os Gregory Hines não têm interesse em desenterrar o passado. O que nós queremos é enterrar o futuro.

O que se encontra no fundo de um baú nem sempre é uma supresa agradável. Pode ser um tesouro para um ou lixo para outro. É a nossa opinião que o lixo de um indivíduo é lixo mesmo.

O lixo eletrônico que se acumula no momento teve suas origens nos anos 80 quando as pessoas se vestiam com sacos de lixo de grife e pagavam 40 mil dólares por esse privilégio. Hoje as pessoas vestem sacos de lixo.

Um estudo independente encomendado pela indústria fonográfica concluiu que a criatividade geralmente acontece fora das salas de reunião das grandes gravadoras. Devemos tentar reverter essa tendência. Uma estratégia do sábio Timothy Leary foi a introdução do doping nas salas de reunião, mas suas experiências com rosquinhas contaminadas com LSD se mostraram imprevisíveis e pouco eficazes para combater a falta de imaginação do executivos. Tomaram muitas “cocaine decisions”.

Talvez seja para nossa vantagem que ainda se venerem ídolos das décadas retrasadas, como Mick Jagger, Elton Jonh, Roberto Carlos, Bete Carvalho, por exemplo. Daqui a alguns anos nós também poderemos viajar de graça para os nossos shows. Não é a toa que nas casas de espetáculos mais badaladas, todas têm rampas de acesso e fraldas nos banheiros.

A banda já fez diversos shows, em algum deles houve reações curiosas da plateia?

O mais curioso é que ninguém até hoje nos atirou fora do palco.

Os Gregory Hines já gravaram quantos discos? E quantos foram vendidos?

Nos já gravamos uns cinco discos e vendemos uma quantia igual. Nosso maior sucesso foi este último DVD pirata autêntico que vendeu duas cópias no mesmo dia. Compramos um X-salada e um refri, e queremos investir os royalties na próxima gravação. Será um álbum duplo (box-set) chamado “Caixa Dois” e com embalagem de papel reciclado, em homenagem ao Partido Verde pelo qual nos temos certa simpatia.

Quais são as principais dificuldades que vocês enfrentam para ganhar um contrato com uma grande gravadora?

O primeiro obstáculo é a porta. Vencido este desafio, temos que escolher entre a escada ou a elevador. Temos consultores analisando esse problema.

Talvez isso explica por que os executivos das gravadoras só andam de helicóptero.

Há algum videoclipe?

Tem o novo videoclipe da Beyonxe.

Dos nossos, nunca assistimos. Acreditamos em manter negócios e prazer separados.

Há algumas orgias “ao vivo” que vêm sendo reprisadas no Canal 24, após o “Dukes of Hazzard”, outro seriado predileto do guitarrista Rubion.

Começamos um curta-metragem para a MTV. A filmagem foi na recepção da emissora até que alguém chamou os seguranças.

Qual é o verdadeiro trabalho de seu empresário? A proposito o nome dele transmite uma grande confiança

É o nosso consultor jurídico. Se alguém na banda tem juizo é ele. Enquanto todos os advogados conheçem a lei, o bom advogado conhece o juiz.

O Dr. Cuervo tem MBA e entende de finanças. Tem jogo de cintura na hora de rachar o cachê e para resolver disputas de cifras. Foi ele que nos orientou para usar cifras maiores, a Mi e a Lá maior, em vez de tocar o Si-Bemol, que só dá prejuízo.

Na questão de divulgação do trabalho de vocês, como isso acontece e quais são as dificuldades?

Desde que conheçemos a MP3 Magazine os nossos problemas de divulgação acabaram. Aliás, desde a publicação dessa entrevista, as vendas do nosso CD triplicaram e acabamos de assinar um contrato milionário com a Warner Brothers.

Mas falando sério por um momento, não há nada que um MP não resolve. Mediante Propina, qualquer canal de divulgação está aberta.

Além do site, vocês mantém um fotolog da banda, qual é o retorno que vocês recebem dos internautas a respeito de todo o material que vocês divulgam?

A fotolog é um canal aberto para as fãs se vingarem. Recebemos muito feedback de São Paulinos enrustidos que se dizem ofendidos pelas “piadas homocêntricas”. Não sei como enxergam desta maneira mas o nosso axeman, o Rubion, São Paulino residente não se sente ofendida. Os True Storyz Verdadeiras é uma fábrica de mentiras com nenhum vínculo com a realidade.

Qual é a faixa de maior sucesso da banda? E porque?

A faixa de maior sucesso da banda é a de 18 a 27 anos, talvez pela ingenuidade. O Cabelo já experimentou a dos 65+ e diz que dá pro gasto.

Das músicas, tem o hit Paixoes Amenas, uma apologia a Natalia com umas estrofes chupadas do Roberto Carlos. É um clássico da programação da Rádio Noroeste Comercial. Tem o Chavascal que é puro ska rock. É a chupeta dos pré-teens e levanta até defunto. São as músicas crocantes, como a Bottox e Plano B, que agradam o público mais “maduro”.

Temos sabores e estilos para todos os gostos e idades e se não gostaram dos estilos que apresentamos podemos trocar por outros de igual valor. Com os Hines é satisfação total garantida ou seu dinheiro de volta. Tem cashback.

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